Benedict Cumberbacht e sua introdução na Cultura Pop

Benedict Cumberbatch nasceu em Londres, no dia 19 de Julho de 1976, filho dos atores Timothy Carlton e Wanda Ventham. Ele estudou em duas escolas especiais, onde aprendeu a atuar, antes de se formar na Academia de Artes e Música de Londres.

Aos 36 anos de idade, ele já vem atuando desde 2002, mas só recentemente, quando ele assumiu as rédeas do papel principal da série da BBC, Sherlock Homes, que ele ganhou atenção do público interessado em cultura pop.

Poucos devem se lembrar que ele e Tom Hardy (o Bane de O Cavaleiro das Trevas Ressurge e o Eames de A Origem) já trabalharam duas vezes antes. A primeira delas foi no filme Stuart: uma Vida Revista de 2007. Feito para a televisão, o filme contava a história de um alcóolatra desabrigado interpretado por Hardy, que se encontra com um repórter que acaba virando seu amigo, interpretado por Cumberbatch.

A segunda vez foi mais recente, em 2011, no filme O Espião que Sabia Demais. Hardy interpretava um jovem espião chamado Ricki Tarr que cometeu um grave erro, enquanto Cumberbatch assumia o papel de Peter, o agente que é o braço direito do protagonista.

Cumberbatch depois apareceu ao lado de Tom Hiddleston (o Loki de Os Vingadores) no filme Cavalo de Guerra de Steven Spielberg. Mas, mas impressionantemente ainda, seu primeiro papel de destaque foi como o grotesco e sombrio vilão de Desejo e Reparação, de 2007.

Há quase dez anos no mercado, o ainda jovem ator ganhou mais uma grande chance ao ser o escolhido para interpretar o vilão do novo filme da série Jornada nas Estrelas: Star Trek – Into Darkness. O diretor J.J. Abrams, pupilo de Steven Spielberg, aceitou o conselho do veterano cineasta para escalar Cumberbatch no papel do vilão.

Se o filme vai ser bom ou não é, obviamente, impossível dizer, até que seja efetivamente visto. No entanto, a escolha de Cumberbatch no papel de antagonista é uma escolha certa, mas perigosa. Ele muito provavelmente vai engolir o filme inteiro para si, o que é má notícia para o capitão Kirk e a tripulação da Enterprise. Nem sempre é bom ter um vilão que é mais interessante do que o herói, embora isso seja mais do que comum.

Como é possível dizer isso? Não é. Mas é fato que Benedict Cumberbatch está aí há mais tempo do que parece e seu repertório está disponível para quem quiser ver (ele faz até imitações idênticas de Alan Rickman). E é um tremendo de um repertório.

Roberto Fideli

Jornalista e mestrando da Faculdade Cásper Líbero. Fanático por cinema, desenhos japoneses, fantasia e ficção científica. Seu sonho é ser piloto de naves espaciais, mas não tem coordenação motora para isso.

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